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Diretora comenta abordagem da trilogia de terror "Rua do Medo"

Por Rogerio Magno em 02/07/2021 às 12:09:48

Outra ideia da diretora foi tornar protagonistas aqueles que geralmente não são os principais personagens em filmes de terror. “Até muito recentemente, os brancos heterossexuais eram os únicos personagens que viveram no final. Portanto, era importante para mim e para meus escritores que "Rua do Medo" fosse protagonizado por pessoas que a sociedade, mais uma vez, tradicionalmente chama de "outro'”, emendou.

Assim, personagens LGBT ganharam protagonismo. “Queríamos contar uma história de amor e que fosse verdadeira na experiência de ser LGBT nos anos 90. Queríamos fazer com que o relacionamento deles parecesse autêntico de como uma experiência gay pode ter sido fora das lentes modernas”, completou.

Por fim, Leigh Janiak explicou o uso dos mesmos atores em papéis diferentes. Ela destacou a vontade de colocar as mesmas pessoas em tempos diferentes, como ideias de reencarnação e ligação com os ancestrais, além do passado repetido dos filmes.

Rua do Medo: 1994 – Parte 1
"Rua do Medo: 1994 – Parte 1" imita um slasher adolescente dos anos 1990. Imagem: Netflix/Divulgação

“Eu apenas pensei que seria divertido. E eu pensei que também seria satisfatório poder revisitar personagens que matamos nos dois primeiros filmes e vê-los novamente”, concluiu a diretora de "Rua do Medo".

Depois do primeiro filme que estreia nesta quinta, o restante da trilogia "Rua do Medo" estreia cada um com intervalo de uma semana. Os três longas contam mais de 300 anos de histórias, com a primeira parte se passando em 1994, com um grupo de adolescentes descobrindo eventos assustadores que assombram a cidade há gerações e podem estar conectados.

A parte dois de "Rua do Medo se passa em 1978. A conclusão da sequência de filmes da Netflix, na parte três, acontece em 1666.

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Fonte: Olhar Digital

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Jota Edilson

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