Suspeito de matar psicóloga em Assu Ă© indiciado por homicĂ­dio triplamente qualificado

De acordo com o delegado, o inquĂ©rito foi concluĂ­do e João Batista foi indiciado por homicĂ­dio com trĂȘs qualificadoras: meio cruel, impossibilidade de defesa da vĂ­tima e motivo fĂștil.

Por Rogerio Magno em 23/05/2024 às 21:17:22
Suspeito de matar psicóloga em Assu detido em flagrante durante perícia do Itep - Foto: Reprodução

Suspeito de matar psicóloga em Assu detido em flagrante durante perícia do Itep - Foto: Reprodução

João Batista Carvalho Neto, de 41 anos, foi indiciado por homicĂ­dio triplamente qualificado pela morte da psicóloga Fabiana Maia Veras, 42 anos, em AssĂș, na noite do dia 23 de abril de 2024. A informação foi confirmada pelo delegado da PolĂ­cia Civil responsĂĄvel pelas investigações, Valério Kuerten.

Segundo o delegado Valério Kuerten, o inquérito foi concluĂ­do e João "Bomba", como também é conhecido, foi indiciado por homicĂ­dio com trĂȘs qualificadoras diante do meio cruel com que ele matou a vĂ­tima, a impossibilidade de defesa de Fabiana e também pelo motivo fĂștil que o levou a cometer o crime.

"Eu jĂĄ concluĂ­ o inquérito, relatei, indiciei o autor do fato (João) por homicĂ­dio com trĂȘs qualificadoras, o meio cruel com que ele matou a vĂ­tima, mais a impossibilidade de defesa dela e também pelo motivo fĂștil. A tese da polĂ­cia é que ele saiu de Natal e foi a AssĂș com o objetivo de ter acesso ao celular da vĂ­tima", detalhou o delegado.

Valério Kuerten afirmou que a polĂ­cia acredita que João foi armado ao local do crime, que ameaçou Fabiana, colocou a fita na boca dela para que ela não gritasse e só depois desferiu golpes de faca na vĂ­tima. "Um dos motivos que indiciei ele pelo motivo cruel", explicou. "A autoria do fato estĂĄ totalmente esclarecida. Tem vĂĄrias provas, elementos que indicam que, realmente, o João tenha sido o autor do fato. O que a polĂ­cia estĂĄ indo atrĂĄs ainda é a motivação. Isso ainda não estĂĄ claro. A tese da polĂ­cia é de que ele saiu de Natal e foi a AssĂș para ter acesso ao celular da vĂ­tima", falou, explicando que a perĂ­cia no celular pode confirmar a tese.

Fonte: Ponta Negra News

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