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Homem Ă© condenado a 19 anos de prisĂŁo pela morte de policial civil que tentou impedir assalto em Natal

Por Rogério Magno em 30/09/2021 às 08:37:24
Newton Brasil de AraĂșjo JĂșnior foi morto a tiros em uma praça de Lagoa Nova em junho de 2018. O policial civil Newton Brasil de Araujo Junior foi morto em 2018 em Natal

Divulgação/Polícia Civil

Um homem foi condenado a 19 anos de prisĂŁo pelo assassinato do policial civil Newton Brasil de AraĂșjo JĂșnior, durante um assalto que aconteceu em junho de 2018, em Natal.

O auxiliar de marmoraria Bruno da Silva Feitosa foi considerado culpado e recebeu a sentença durante um jĂșri popular realizado na Ășltima terça-feira (28).

O crime aconteceu na madrugada 28 de junho de 2018, na praça localizada na esquina da rua BaĂ­a Formosa com a Rua dos Tororós, no bairro Lagoa Nova, em Natal.

Segundo a PolĂ­cia Civil, o policial voltava para a delegacia com um colega, após a meia-noite, para devolver a viatura, quando ambos perceberam um assalto na praça.

De acordo com a denĂșncia do Ministério PĂșblico, Bruno Feitosa e um companheiro praticaram um roubo contra um casal e, ao tentarem fugir do local, foram surpreendidos pelos policiais, que se aproximavam para ver o que estava acontecendo.

Ainda segundo a denĂșncia, foi iniciada uma intensa troca de tiros entre a dupla de criminosos e o outro policial civil. Porém, antes que Newton pegasse a sua arma de fogo para reagir, foi atingido de surpresa pelo disparo feito pelo criminoso.

O policial chegou a ser socorrido e levado para o hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, mas nĂŁo resistiu aos ferimentos e morreu.

Na peça apresentada à Justiça, o MP alegou que o réu condenado matou o policial civil no exercĂ­cio de sua função, "para assegurar a impunidade do delito de roubo e utilizando de meio que impossibilitou a defesa da vĂ­tima".

Um dos suspeitos de envolvimento no crime foi preso no mesmo dia no bairro Cidade da Esperança, na Zona Oeste de Natal. Em agosto de 2018, outro suspeito foi detido durante a Operação Brasil, realizada pela PolĂ­cia Civil também em Cidade da Esperança.

Fonte: G1

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Jota Edilson

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